| Vem
ai a VII Bienal TDM
No dia 16 de Abril, serão conhecidos
os vencedores da Bienal TDM 2003, uma das realizações
da empresa que tem com objectivo contribuir para o desenvolvimento
do sector artístico no país.
O Júri, que vem trabalhando desde
o lançamento, a 28 de Junho de 2002, seleccionou um
total de 78 obras, das quais 26 na modalidade de pintura,
10 no desenho, 7 na gravura, 20 na escultura, 10 na
cerâmica e 5 em outras modalidades.
Por se tratar de um acontecimento
de grande impacto e abrangência a nível nacional e regional,
a Bienal conta com a participação de artistas plásticos
moçambicanos, residentes ou não no país, assim como
estrangeiros residentes em Moçambique, nos países da
África Austral ou ex-residentes
no território nacional.
A realização conta ainda com
envolvimento de outros intelectuais ligadados aos vários
ramos das ciências sociais, da investigação, críticos
de arte, galeristas e museólogos, que
prestarão seu contributo ao evento, imprimindo-lhe uma
mais-valia cultural.
O programa prevê entrevistas,
debates, artigos, mesas-redondas e encontros interdisciplinares,
que tem como objectivo uma reflexão sobre as artes pláticas
moçambicanas.
Vencedores da Bienal
2001
Na categoria Pintura, o prémio
foi atribuido a Misa Obrsal pela obra "A Entrada" e
o segundo prémio ao pintor Tomo, pela obra "Reflexo
2000-II". Os prémios foram de 1.000 e 700 dólares norte-americanos,
respectivamente.
Na categoria Escultura/Cerâmica,
o júri atribuiu prémios ao artista plástico Muando,
pelo trabalho "Vozes" e o segundo lugar a Miguel Valingue
por "O espírito que anda com as pessoas".
Na modalidade Desenho/Escultura
foram classificados Pinto, em primeiro lugar,pelo seu
trabalho em desenho intitulado "Os nove meses da Rosinha"
e Famós, que apresentou "Brigas de rua: sacana! O marido
é meu". Os prémios foram nos valores de 700 e 450 dólares
norte-americanos.
Menções honrosas foras atribuídas
aos artistas plásticos Magafusso e J. Quehá pelas obras
"Verão" e a "Última fome" na modalidade da Pintura.
Na categoria Escultura/Cerâmica foram galardoados Custy
por "Abrigo em qualquer canto" e Mabjhaia por "Uma só
nota", e na modalidade desenho e gravura a menção
honrosa foi para Mendonça com a obra "A próxima cheia".
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